Fotos: Hyago dos Santos
As seis melhores escolas de samba do Rio de Janeiro fecharam o carnaval com chave de ouro com o desfile das campeãs, na noite deste domingo (18), na Marques de Sapucaí e agitou os foliões nesse último dia de festa.O desfile começou com a Mocidade Independente de Padre Miguel, que entrou na avenida com 15 minutos de atraso por conta de problemas técnicos em seus carros alegóricos.
Em seguida foi a vez da Mangueira, que trouxe de volta a polemica figura do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, em um boneco de judas com a frase ‘Prefeito, pecado é não pular o carnaval’.
A festa continuou com a Portela e Salgueiro. Já na parte final do desfile, a Paraíso do Tuiutí trouxe de volta o ‘Vampiro do Tuiuti’, uma alusão ao presidente da república Michel Temer. Com uma temática repleta de críticas sociais, a escola fez com o público gritasse ‘fora temer’ enquanto desfilava.
A campeã
Assim que entrou na Sapucaí, a Beija-Flor, última escola da noite, arrancou gritos do público como ‘A campeã voltou!’. A escola trouxe de volta seus carros alegóricos mais marcantes como o rato gigante que representa a corrupção acompanhado da representação da clássica foto da farra dos guardanapos, protagonizada pelo ex-governador Sérgio Cabral.
O público também pode rever a homenagem os policiais militares mortos no Rio de Janeiro, o clamor por uma solução na melhora no sistema público de ensino e o basta a intolerância.
“O forte da nossa escola esse ano foi o enredo. Esse foi um dos nossos melhores sambas, até mesmo melhor do que o do ano passado que foi premiadíssimo”, disse Neguinho da Beija-Flor, interprete da escola campeã.
Por Hyago Santos
A campeã
Assim que entrou na Sapucaí, a Beija-Flor, última escola da noite, arrancou gritos do público como ‘A campeã voltou!’. A escola trouxe de volta seus carros alegóricos mais marcantes como o rato gigante que representa a corrupção acompanhado da representação da clássica foto da farra dos guardanapos, protagonizada pelo ex-governador Sérgio Cabral.
O público também pode rever a homenagem os policiais militares mortos no Rio de Janeiro, o clamor por uma solução na melhora no sistema público de ensino e o basta a intolerância.
“O forte da nossa escola esse ano foi o enredo. Esse foi um dos nossos melhores sambas, até mesmo melhor do que o do ano passado que foi premiadíssimo”, disse Neguinho da Beija-Flor, interprete da escola campeã.
Por Hyago Santos
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